sexta-feira, 25 de maio de 2012

O país do futebol? (11)

25 de MARÇO de 2012. Lá se vão dois meses de um afastamento injustificável imposto pelas "autoridades". Lá se vão dois meses do ocorrido, senhores. Os policiais que deixaram aquela tragédia acontecer entre centenas de torcedores na zona norte de SP (antes do clássico da cidade entre SCCP e SEP) seguem praticando atrocidades por aí. E aí vem o MP pedir o banimento das torcidas. Estão acabando com as festas na arquibancadas. O que eles querem? Arquibancada vazia, falta de festa, alegria, loucura.? Tudo é caro, tudo é proibido.  Estão matando o NOSSO futebol. E por isso o post de hoje sobre a série: O país do futebol? Deixo-os com vídeos de confrontos entre torcidas e policiais em lugares como Portugal, Argentina, Romênia, Marrocos, Bulgária e Holanda.

Vídeo 1:  Vamos começar por Portugal. Com Porto e Benfica. Um torcedor entra em campo, só para mostra uma faixa, ele não xingou ninguém, não bateu no juiz, Não fez nada. Aí que 4 policiais pegaram-o, e mesmo imobilizado começaram a bater surpreendente sem parar. A multidão vendo seu companheiro em apuros, juntaram-se, azuis e vermelhos e iniciaram uma guerra brutal de punhos socos e chutes que terminaram com a polícia fugindo.



Vídeo 2: O tão famoso enfrentamento de Los Borrachos de Tablón de River Plate contra a PM dentro do Jd. Leonor. Os torcedores avançam para cimo, e apolícia tem que se retirar dali. O argentino ainda usa o capacete retirado de um policial.



Vídeo 3: Outro de Los Borrachos de Tablón de River Plate, agora no Defensores del Chaco Paraguai.



Vídeo 4: Na Argentina La 12 corre os policiais no Jose Amalfitani, campo do Velez.



Vídeo 5: Vamos para a Romênia com os ultras do Steaua Bucareste


Vídeo 6: Marrocos e a vista de cima da batalha campal entre Raja Casablanca x Wydad.



Vídeo 7: Voltemos para a Europa, para Bulgária com o Cska Sofia é o clube do exército do país. Manda seus jogos no Balgarska Armiya Stadium, com capacidade para 22.500 pessoas. Em 2008, quando conquistava mais um cameponato búlgaro, e seu consequente apuramento para as eliminatórias da Liga dos Campeões, o clube foi despromovido pelos tribunais por dívidas à Segurança Social. Olhem o que os ultras aprontaram.


Vídeo 8: Na Holanda, os ultras do PSV vai pra cima dos policiais, que estavam no setor da torcida. 


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Noite de Quarta-Feira

Corinthians e Vasco pareciam jogar ontem um jogo épico. O clima, pelo jogo ou pela expectativa criada, era de Copa Libertadores. Casa cheia, noite tensa, juiz contra e um adversário de qualidade, que vendeu caro a derrota. E havia ainda o clima nada favorável da rivalidade fora de campo contra os mulambos cariocas.


Mas havia o número 8, como antes. Genial, cerebral, preciso. Ainda capaz de belos dribles, de passes e da cabeçada como o do único gol do jogo. É o suficiente.

Somados os problemas todos, a tensão do início ao fim, a arrancada do mulambo 10 carioca deles acintosamente não marcado a nosso favor e as muitas defesas do goleiro deles, o 1 a 0 parece pouco. Mas foi muito.

Placar típico de Copa Libertadores, no limite, com raça, com coração.

A decisão é em em nossa casa; nem poderia ser diferente.

Difícil acreditar que conseguimos cumprir mais uma missão, mas lá estivemos para apoiar. Tensão absoluta, ânimos exaltados, um confronto digno de Copa Libertadores. Dentro e fora de campo. E, depois de tudo, eu espero que o nome dos jogadores sejam lembrados como foi ontem, depois de quase 5 anos, nós torcedores voltamos a entoar o nome dos jogadores antes de começar a partida. 

Sobre o jogo: Lá do setor amarelo, com visão total do campo ficamos todos com vontade de gritar gol e passar mais uma fase, mas sempre é difícil, o jogo todo tenso, um 0X0 e todos paralisados. Aí quando vem aquela jogada do mulambo carioca, parece que o jogo parou por alguns segundos, à espera de uma definição para as duas torcidas. Aí que surge o nosso goleiro, um gigante e abafa a jogada. Ufa! Mais 30 minutos de espera, até a cabeçada do 8, e GOOOOL. Aí mais 5 minutos para acabar o jogo, e quando acaba foi aquilo: pessoas se jogando no chão, pessoas não conhecidas se abraçando, todos comovidos e chorando, e dentro de campo o que tem que continuar: nossos jogadores reunidos no meio-de-campo aplaudindo e sendo aplaudidos por nós. Continuemos assim.

Emoção transmitidas pela voz do rádio, no momento do gol:


Rádio Bandeirantes - Narração: José Silvério

Rádio Jovem Pan - Narração: Nilson César 

Rádio Globo - Narração: Oscar Ulisses 

Rádio Estadão ESPN - Narração: Everaldo Marques


Breves comentários:


- Os valorosos homens de cinza deram mais uma noite de trabalho a nós torcedores. Quando chegamos ao Pacaembu, o que já acontece em quase todos os jogos nesse ano, os dois escadões que tem na lateral da Praça Charlles Muller estavam fechadas, tivemos que ir até a banca e voltar tudo até a entrada principal. Enquanto isso a rua lateral visitante estava fechada e isolada - e continuou assim até depois do jogo. Os visitantes entrarão numa boa e sairão também sem quaisquer problemas. Me dizem isso é a recepção que dão a nós quando vamos para fora?

- Veremos onde será a próxima fase. Que por motivos políticos ou econômicos, não troquemos nossa casa. Faremos da nossa vantagem, de se jogar a segunda partida no nosso estádio Pacaembu.

- 25 de maio. DOIS MESES que não podemos entrar nos estádios de SP com a camisa da torcida, nem com faixas, baterias. Um afastamento injustificável imposto pelas "autoridades". Lá se vão dois meses do ocorrido, senhores. Os policiais que deixaram aquela tragédia acontecer entre centenas de torcedores seguem praticando atrocidades por aí. E aí vem o MP pedir o banimento das torcidas. Estão acabando com as festas na arquibancadas. O que eles querem: Arquibancada vazia, falta de festa, alegria, loucura. Tudo é caro, tudo é proibido.  Estão matando o NOSSO futebol.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Brasileiro de Pontos Corridos

Começou domingo o Brasileiro/2012. Serão 38 longas, agora 37 extenuantes e intermináveis rodadas, em mais uma repetição desta bizarra fórmula de pontos corridos. O campeonato mal começou e a maltida rede fascista já fez várias alterações no horário, no dia e no local de algumas partidas, de tal forma que se faz necessária comentar mais uma vez nesse blog o meu ÓDIO por essa bizarra fórmula e essa rede.

Está deflagrado o Brasileiro/2012, esse campeonato interminável que desde o advento dos pontos corridos, lá em 2003, transformou-se numa quermesse paulista ocasionalmente interrompida duas vezes por cariocas - Flamengo em 2009 e Fluminense em 2010, e o mineiro Cruzeiro em 2003.
 
Desde 2003, foram nove edições em pontos corridos, com SEIS campeões paulistas:   SPFW - 2006/07/08 (uma coisa que nunca mais vai acontecer para esses malditos bichas do Jd. Leonor. Aí vem com aquele 6-3-3, levada adiante pelos alienados leonores, como uma praga propagada por criaturas que nunca antes pisaram em um estádio de futebol.), Corinthians em 2005 e 2011, e Santos em 2004. 

Trago aos senhores alguns trechos do texto Deleite e Amargura do blog impedimento.org

"... Porque nos próximos sete meses ouviremos lunáticos afirmando que se tratam de 38 decisões, mesmo que a Copa do Brasil e a Libertadores façam muitos dos candidatos ao título usarem seu leite azedo nas primeiras rodadas, tentando fazer disso uma vistosa AMBROSIA. Paradoxalmente, veremos técnicos dizendo que três derrotas seguidas não são problema: “Há tempo para se recuperar, precisa ter fôlego”. E por isso e por outras picuinhas estes mesmos técnicos cairão aos borbotões, como moscas debatendo-se na paisagem interrompida pelo vidro. Um figurão de terno vai se dar mal, um interino vai causar comoção. Todos serão vaiados. Todos continuarão ricos..."

"... Teremos, sem exceção, uma arbitragem, na melhor das hipóteses, desastrosa. Perceberemos que a tendência atual no apito brasileño é o árbitro careca e ruim. Se for bom ou cabeludo, está automaticamente excluído do quadro. Ocasinalmente, um escândalo de proporções dantescas vai surgir. Conforme os envolvidos, será investigado ou esquecido. E, se você gosta de futebol, é melhor jamais questionar nada, sob pena de passar a ter nojo de tudo. Se me permitem um conselho de AMIGO, apenas um, prometo que é o único: ignorem SEMPRE a arbitragem e jamais cometam a bobagem de elogiar nenhum juiz..."

"... Até dezembro, nós veremos os horários mais absurdos reinarem na televisão, como de costume. Se tu não torce para os chamados grandes, tu estás CONSUMINDO de forma equivocada. Portanto, teu dinheiro, teus olhos e tua ALMA devem ser redirecionados..."

"... Mas é importante que tu fique sentado no sofá: ir ao estádio não é mais necessário. Até dezembro, quem sabe chegamos ao ÁPICE da modernidade e tenhamos hologramas substituindo a torcida, que estará comendo na lanchonete mundialmente conhecida das novas arenas e comprando nas lojas do clube, que hoje já vendem camisas de outros times e em breve vão vender a do teu rival, também. E mesmo que a tua torcida não se entregue e coloque 45 mil pessoas por jogo, quem estiver assistindo em casa vai perceber que aqueles 300 visitantes gritam muito mais do que os teus milhares, já roucos – porque assim a emissora que detém os direitos quer que seja percebido..."

"... serão sete meses de deleite. Porque até dezembro um grande vai ser vitimado por um TRABALHO forte, vai acabar debatendo-se nas arestas da tabela e inapelavelmente vai ser rebaixado. E teremos aquele supreendente elenco por quem ninguém dava nada, que vai encabeçar a tabela por dez rodadas e de repente, na calada da noite, sofrer do Mal de Criciúma, comemorando vaga na Copa Sul-Americana ao término da disputa..."

Por isso senhores eu digo: ÓDIO ETERNO AOS PONTOS CORRIDOS. Os pontos corridos estão desmoralizados mais uma vez. É assim todos os anos desde 2003. 

Aí senhores os babacas que nunca pisaram num estádio, os mesmos putos que nunca giraram a catraca, vem me falar de “emoção” e “pontos corridos”. Ah por favor, nem comecem, seus pulhas. Porque o argumento que sempre pautou a tese dos defensores dos pontos corridos é o da “justiça” e nem ele para em pé. Emoção, caros defensores dos pontos corridos, só existe em final, um contra o outro, olho no olho, jogos lá e cá. Emoção só existe em confrontos que ficam para a história, com gols decisivos, com heróis e vilões, com toda a atenção voltada para um único duelo. Emoção só existe quando você supera o seu adversário em dois jogos, quando mostra ser melhor no confronto direto, quando vence a batalha dentro de campo – e não fora dele.

Vão se lembrar de:

– 1976 Internacional 2 X 0 Corinthians   Público de: 84.000 no Beira-Rio – Herói Dario
– 1978 – Palestra 0 X 1 Guarani – Público de: 99.829 no Morumbi – Herói Zenon
– 1980 – Flamengo 3 X 2 Atlético MG – Público de: 154.355 no Maracanã – Zico e Nunes
– 1990 – SPFW 0 X 0 Corinthians – Público de: 100.858 no Morumbi – Herói Tupãzinho
– 1993 – Palestra 2 X 0 Vitória – Público de: 88.644 no Morumbi – Evair e Edmundo
– 1994 – Corinthians 1 X 1 Palestra – Público: 35.217 Pacaembu – Rivaldo e Edmundo
– 1995 – Santos 1 X 1 Botafogo – Público de: 31.488 no Pacaembu – Herói Túlio
– 1996 – Grêmio 2 X 0 Portuguesa – Público de: 42.587 no Olímpico – Herói Ailton
– 1997 – Vasco 0 X 0 Palestra – Público de: 99.587 no Maracanã – Herói Edmundo
– 1998 Corinthians 2 X 0 Cruzeiro – Público: 57.230 Morumbi – Dinei, Edílson e Marcelinho
– 1999 – Corinthians 0 X 0 Atlético MG – Morumbi – Herói Luizão
– 2002 – Corinthians 2 X 3 Santos – Público de: 74.592 no Morumbi – Herói Robinho

Vejam senhores em todos esses campeonatos e todos os outros até 2002 no mata-mata temos um ou mais heróis, é só falar o ano ou talvez o campeão de tal ano, vem rapidamente a cabeça quem foi o herói do título, em que estádio ocorreu a final, e até quais adversários o campeão teve até chegar a final.

Agora nessa bizarra fórmula de pontos corridos que tem menos de 10 anos, não lembramos sequer qual foi o jogo do título, quem foi o jogador que fez o gol do título, com quantos pontos sagrou-se campeão.
Portanto, pulhas, limitem-se ao frágil argumento da “justiça”, porque “emoção”,definitivamente, não tem nada a ver com a aberração de 38 longas, modorrentas e intermináveis rodadas que vocês criaram. E quando me uso a palavra “frágil” para me referir ao argumento da “justiça dos pontos corridos”, me refiro a: 

O FUTEBOL NÃO TEM DE SER JUSTO, MAS SIM EMOCIONANTE.!!!

Parabéns aos defensores deste sistema de disputa falido e inapropriado à cultura do futebol neste país. Enfiem a "justiça dos pontos corridos" onde bem entenderem. E procurem argumentos mais sólidos que este para justificar a pasmaceira em que se transformaram os campeonatos deste país. À merda!

Aos idiotas da objetividade não me venham falar em "emoção" se são eles próprios os responsáveis pelo crime de acabar com as finais de campeonato, com os gols do título, com os heróis e vilões, com as grandes histórias do futebol brasileiro. 

ENFIEM OS PONTOS CORRIDOS NO CÚ!!!  ÓDIO ETERNO AO FUTEBOL MODERNO!!!

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ATENÇÃO!!! VEM MERDA PELA FRENTE!!! 

– Rodada 37 em 25/11: Corinthians x Santos e Palestra x Atlético/GO, os dois no Pacaembu. Diz o regulamento que os jogos dessa rodada devem acontecer no mesmo dia e horário. Ou seja: vem merda pela frente. 

– Última rodada SPFW x Corinthians – Morumbi e Santos x Palestra – Vila Belmiro.  Só que nesse domingo 02/12 já está reservado no estádio das bixas um show musical, e não poderá haver jogos de futebol nesse dia. Elas não vão querer mudar o jogo para o estádio municipal, porque é nossa casa, e Santos x Palestra vai ser em Santos. Sendo assim na última rodada, não terá jogo na maior cidade do país.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O país do futebol? (10)

Chegamos ao décimo post da série "O país do futebol?". E esse post vai trazer aos senhores: Uruguai, Portugal, Polônia, Sérvia e Alemanha.  

Vídeo 1: La Banda del Parque, a barra brava do Club Nacional de Football do Uruguai. Foi uma das primeiras barras bravas da América Latina. É muito famosa pela violência que certas vezes nela irrompe e por exercer grande pressão nos adversários do Nacional, cantando o jogo inteiro, mesmo quando o time tricolor está perdendo. Foi na torcida do Nacional que surgiu o termo "hinchada". Antes mesmo das barras oficialmente existirem, um senhor funcionário do próprio Nacional comparecia a todos os jogos e não parava de incentivar o time tricolor. Pelo seu costume de inflar (no dialeto platense, "hinchar") bolas de encher em todos os jogos, ele ficou conhecido como o "hincha" - um termo que se espalharia por todo o mundo do futebol, especialmente o hispanófono, para designar o torcedor (e "hinchada", a torcida).  Vejam La Banda del Parque dando show em Nacional 0 x 1 Vasco pela última rodada da primeira fase da Copa, o Nacional já estava eliminado. 




Vídeo 2: De Montevideu vamos para Lisboa. O making-off e o dia do jogo entre Sporting x Porto. Sem dúvida um grupo a seguir, dois tifos enormes, quantidade não é sinónimo de qualidade... felizmente ainda existem grupos que respeitam as velhas maneiras enquanto outros fazem do futebol um negócio... A seguir, coreografia dos tifos do FC Porto na festa do 26º Título Português!




Vídeo 3: Polônia, o país quase desapareceu do mapa quando seu território foi dividido entre Rússia, Prússia e Áustria em 1700. Só em 1921 que veio a independência dos polacos. Mas pouco menos de vinte anos depois a Polônia foi separada em duas zonas, uma ocupada pela Alemanha e outra, a leste, ocupada pela União Soviética. De todos os países envolvidos na Segunda Guerra Mundial, a Polônia foi o que mais perdeu em vidas, proporcionalmente à população total: mais de seis milhões de habitantes morreram, metade deles judeus. O país se reestruturou e sua gente faz do futebol sua paixão. Na última rodada do Campeonato Polonês, o Ruch Chorzow bateu o Lechia Gdansk por 2 a 1, e ficou com o vice-campeonato, mas olha o que os polacos fizeram. 





Vídeo 4: No outro jogo que decidiu o título da Polônia, o líder Slask Wroclaw venceu o Wisla Cracóvia por 1 a 0, fora de casa, e foi campeão polonês pela segunda vez na história – a primeira havia ocorrido em 1977. A comemoração do título fora de casa pelos ultras do Slask.




Vídeo 5: Da Polônia vamos para o sul, vamos para a Sérvia. Um derby de Belgrado disputado entre Partizan e Estrela Vermelha. Vamos os ultras do Partizan.




Vídeo 6: Düsseldorf é uma cidade da Alemanha, localizada às margens do Rio Reno, no norte. Düsseldorf é uma cidade independente, ou seja, possui estatuto de distrito. É a nona maior do país e um importantíssimo centro econômico e cultural, fazendo parte da Megalópole renana. O time da cidade o Fortuna Düsseldorf subiu para a a primeira divisão alemã, na terça-feira passada, ao superar na respecagem o Hertha Berlim, que terminou na 16ª posição da Bundesliga. No Primeiro jogo em Berlim os torcedores de Düsseldorf já faziam a festa.
 




Vídeo 7: Fortuna, terceiro colocado do campeonato da segunda divisão, empatou em 2 a 2 diante da sua torcida após ter vencido por 2 a 1 na ida, na capital.  Com jogo ainda em andamento a torcida invade o gramado do Esprit Arena para comemorar o acesso. Depois de 15 minutos todos voltam para a arquibancada, e o juiz dá andamento na partida, sem mudanças no placar. O clube de Dusseldorf, campeão alemão em 1933 e finalista da recopa europeia em 1979, volta à elite pela primeira vez desde a temporada 1996-1997.



domingo, 20 de maio de 2012

Vamos pagar o ingresso!!!


"Vamos pagar ingresso pra ver o Timão", cantava a Fiel durante o jogo hoje. A discussão aqui não será levada apenas para que o Conselheiro, Diretor, Vice-Presidente, Presidente do Corinthians, e todo e qualquer Corinthiano pague seus ingressos. Isso deveria estar estabelecido. 

"Caros" diretores do S.C. Corinthians Paulista, tivemos 14.791 pagantes, sendo 1.700 não pagantes, em um Corinthians 0 x 1 Fluminense, num domingo a tarde no Pacaembu. Jogos assim, mereciam mais gente.

Não sei se vocês já tomaram consciência, mas é este o público de R$ 30. É este o torcedor qualificado que vocês querem. E, a bem da verdade, a tal platéia selecionada nem deu as caras. Hoje, a exemplo do que acontecera no Paulista, tudo o que tínhamos era uma grande concentração no setor das torcidas organizadas atrás do gol, e quase mais nada.

Somos, sinto dizer, os mesmos de antes. Somos os vândalos, marginais e arruaceiros, aquele povo que vocês querem ver longe dos estádios, aqueles que estão impedidos de entrar com a roupa da torcida desde aquele 25 de março. Somos – também – aquele povo feio que vem de Metrô, e que insiste em superar qualquer desafio para ver o time em campo.

Acontece, "caros" diretores, que é esta a gente que ama o SCCP e o futebol. É este o público que estará sempre presente, ainda que em doses homeopáticas se for mantido o preço de R$ 30 ou até maior, o de R$ 50 na Copa.

O público qualificado tem mais o que fazer. São Paulo, como se sabe, é uma cidade com atrações aos montes. E o público qualificado não gosta muito de tomar chuva ou de chegar em casa tarde da noite. Tampouco de ir ao estádio nas primeiras rodadas para colocar a bunda no cimento molhado e passar frio.

O público qualificado, isto é certo, vai dar as caras nas rodadas finais, desde que o time tenha chances de brigar pelo título. Porque então tudo muda de figura, e o que era um simples jogo de futebol ganha um caráter de espetáculo, de atração, de evento midiático. É o que deseja o tal público qualificado.

Até lá, “caros” diretores, temos mais 37 longas e extenuantes rodadas. E, sinto dizer, vocês terão de agüentar a horda de sempre, que se vê obrigada a pagar R$ 30 para sustentar a ganância de alguns poucos. Reverter isso não é nada complicado; basta querer. No entanto, se insistirem no erro, terão de conviver com o estádio vazio, a um ticket médio de R$ 30.

Arquibancada vazia, oficina do diabo. Está cada vez mais difícil ver torcedores em São Paulo, mas isso deveria ser problema só meu. Acontece que o problema é de todos porque esta dificuldade acontece pela falta de festa, alegria, loucura. Tudo é caro, tudo é proibido.  Estão matando o NOSSO futebol.

sábado, 19 de maio de 2012

UCL 11/12

O Bayern conseguiu o título da UCL 11/12 ao vencer o Chelsea por 2x1 com gol de pênalti do camisa 10 do Bayern, destaque do time nessa final. Na verdade o time do Chelsea ganhou nos pênaltis por 4x3. A decisão teve altas doses de emoção, principalmente nos minutos finais do segundo tempo e na prorrogação. A equipe alemã tomou conta da partida desde o início, fez do jogo um duelo de ataque contra defesa e abriu o placar aos 37 min da etapa final, com uma cabeçada do camisa 25. O quinto título europeu do Bayern parecia perto, mas o Chelsea foi para o tudo ou nada e igualou o placar, numa cabeçada do 11 de Londres, o ídolo marfinense. O Bayern voltou a ficar perto da vitória no início da prorrogação, quando o camisa 11 dos blues cometeu pênalti no 7 de Munique. Mas o holandês Robben desperdiçou. Bateu rasteiro, o goleiro "mascarado" acertou o canto e defendeu. Dinovo o 10, ele já tinha errado um pênalti na Bundesliga contra o Borussia Dortmund, o que fez seu time perder também esse campeonato.

O Chelsea, vocês sabem, é uma aberração completa. É um símbolo desta maldita Geração Clube Empresa que assola o mundo. E é só por isso que eu preferia hoje a vitória do Bayern, e evitar o pior nessa final.

Em que pese o meu ódio pelo Chelsea, os 11 jogadores que seguraram hoje o Bayern (e foram buscar o gol quase no final do jogo e depois a vitória nos pênaltis) praticaram um futebol belíssimo. Retranca, entrega, espírito de guerreiros. Seguraram um time superior, foram matadores quando precisou que fosse e merecem todos os elogios por isso. O futebol vive em tardes como a de hoje.


O pênalti perdido e a derrota haverão de ser bons também para Robben. Ele é humano e, como tal, falível. Baixemos um pouco a bola. A EuroCopa/2012 vem aí e ainda quero crer que ele haverá de levar seu país ao título e se consagrar.

Jogadores de futebol, os senhores bem sabem, são tratados aqui como os vagabundos descartáveis que efetivamente são. O nome pouco importa; eles são números e devem ser tratados assim.

Tal lógica é exatamente o oposto do que se observa com essa geração de """torcedores""" (ênfase nas aspas) de videogame e de redes sociais. Porque o tratamento por eles concedido aos jogadores é de reverência, quase como se fossem ídolos pop. Notem aí que qualquer desses moleques sabe escalar os grandes times europeus do goleiro ao centro-avante, e é capaz ainda de dizer onde está cada um dos pretensos ídolos. Pergunte, no entanto, quais são as torcidas de destaque entre os clubes europeus, a história do Barcelona, Madrid, Manchester City ou as origens recentes do endinheirado Chelsea, e o babaca ficará calado. Mais que isso: pergunte qual é a experiência desse puto dentro de um estádio de futebol e receberá o silêncio como resposta.


Pois digo então que eu queria que o Bayern ganhasse hoje, um clube que tem
: 2 Intercontinentais, 4 UCL, 1 UEFA, 1 Recopa, 22 Bundesliga, 15 Copa da Alemanha, 6 Copa da Liga, 4 Supercopa da Alemanha. Enquanto isso a aberração de Londres, que sempre foi um time pequeno da Inglaterra, e agora é conhecido por causa do russo que o comprou, só tem: 2 Recopa, 1 Supercopa Européia, 4 Inglês (sendo três desses, só depois da chegada do russo), 7 Copa da Inglaterra, 4 Copa da Liga, 4 Supercopa da Inglaterra e agora 1 UCL. Notem a diferença entre os dois clubes.

Futebol é isso, o melhor nem sempre ganha, e o torcedor do Bayern viu isso hoje dentro de seu estádio o Allianz Arena de Munique. O torcedor alemão chorou, sofreu, viu o time pressionar um rival encurralado durante 120 minutos.

A derrota é que dá um peso maior para as vitórias. É a derrota que faz o torcedor entender o futebol de maneira completa. É a derrota que faz o torcedor se sentir mais importante para o clube. É a derrota que molda o caráter.


O futebol é injusto. O futebol machuca. O futebol mais tira do que dá. O futebol chega a ser cruel, como acontece com um time que perde pênalti, pressiona, joga melhor (e é melhor), mas não consegue superar uma retranca muito bem montada e vê o sonho escapar nos pênaltis. É a beleza do futebol. E é a dor de saber que se está perdendo para um time sem alma, para uma entidade artificial, para um clube que é a representação de tudo de ruim que existe no tal futebol moderno. Mas é assim que é.


Difícil aceitar assim uma derrota dentro de casa. Mas a vida segue, e sei que já no próximo jogo contra a Holanda, o torcedor de verdade estará lá apoiando e cantando para seu clube.

ÓDIO ETERNO, AO FUTEBOL MODERNO!!!

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  O Brasileiro que começou hoje, como já disse em vários post anteriores, e digo novamente: vem merda pela frente. Rodada 37 em 25/11: Corinthians x Santos e Palestra x Atlético/GO, os dois no Pacaembu. Diz o regulamento que os jogos dessa rodada devem acontecer no mesmo dia e horário. 
 
Última rodada SPFW x Corinthians Morumbi e Santos x Palestra Vila Belmiro.  Só que nesse domingo 02/12 já está reservado no estádio das bixas um show musical, e não poderá haver jogos de futebol nesse dia. Elas não vão querer mudar o jogo para o estádio municipal, porque é nossa casa, e Santos x Palestra vai ser em Santos. Sendo assim na última rodada do Brasileiro 2012, não terá jogo na maior cidade do país.

Seus putos: demoram um século para divulgar a tabela e quando divulgam fazem isso. Porque não mudaram a ordem dos dois jogos no primeiro turno, já sabendo desse evento no fim do ano?

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Olho Nele!


Aconteça o que acontecer hoje a noite no muquifo de São Januário, todos de olho nele, olhos nauqeles três de camisa preta que apitam o jogo. Vejam vocês quem, voltará a arbitrar um jogo nosso o pobre diabo.

Péssimo árbitro e extremamente caseiro. Apitou ano passado no jogo entre Vasco (RJ) 2×2 Corinthians,  não marcou uma mão na bola do jogador dos mulambos do RJ , em lance que Jorge Henrique tentou ajeitar a bola de cabeça para trás e o jogador Fagner cortou com a mão.

Digo, é um árbitro que gosta muito de aparecer mais que o jogo, não tem muito pulso.

Tanto tempo depois, estaremos novamente diante da desprezível criatura que armou naquele jogo, em que já poderíamos ser campeão.

Pelo que fez, este pobre diabo deveria ser excluído do futebol.

Ou ao menos dos nossos jogos.

Nada disso aconteceu e, o pior, poucos lembrar-se-ão do ocorrido naquela noite.

Levando em conta o momento, é bom ficar de olho: Não é vantagem tomar tantos amarelos e vermelho, como foi contra o Emelec no Equador, porque
na próxima quarta-feira será outra guerra!!!

Todo juiz de futebol é um filho da puta por definição e deveria apanhar antes, durante e depois de cada jogo. Repetindo: todo juiz de futebol é filho da puta. Qualquer agressão contra um árbitro é plenamente justificada.

O ódio que eu sinto por essa categoria profissional maldita me impede de escrever mais qualquer coisa sobre o filho da puta que apitou o jogo lá em Sete Lagoas. É melhor ficar só com isso aqui.

Breves considerações 

1. Sobre a recepção naquele muquifo. Quem vai a jogos sabe da rivalidade existente entre as torcidas e que elas não vão sentar para fazer um churrasco juntas. Considero um dos jogos mais importantes em questão de segurança. Mais até do que um Corinthians x SPFW, pelas características. Distância das praças, deslocamento, estradas. Uma área muito maior para policiar, enfrentamentos recentes. É Guerra contra os mulambos!!!

2. Para aqueles torcedores de oportunismo que querem a ir a jogos assim, nessa reta final de Copa, nem cheguem perto da cancha, porque aquilo não é para vocês. Pra se conseguir um ingresso para o jogo do dia 23/05 aqui no Pacaembu, foi preciso ter 50 ingressos comprados -  sabem o que é isso?! O que vocês nunca vão ter!! E acabou em 6 horas. Então imagine a quantidade de torcedores na sua frente. E não me venham comemorar vitórias, depois do jogo terminado, porque quem tem que comemorar é aquele torcedor que gira a catraca o ano todo, em dia de sol, dia de chuva, noite, frio ou calor. É aquele que deixa de sair com a família, deixa de ir em outros eventos, para estar ali em pé no concreto, é aquele que chega em casa de madrugada depois de um jogo no meio de semana, e tem que acordar cedo na manhã seguinte.

É GUERRA!!! LUTEM POR ESSA CAMISETA E TRAGAM A VITÓRIA!!!
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 8 de maio de 2012

O país do futebol? (9)

Hoje vamos de Espanha, Itália e Alemanha. São dérbis incendiários, que param suas cidades, países. Sim, esses torcedores escolheram estar ali não importa o horário, se chove ou faz sol, se seu time está bem ou ruim. Escolheram aprender a ganhar e a perder. A não pertencer a nenhuma manada preguiçosa que só se importa em bater no peito para dizer “ganhamos”, sem perceber que nunca ganharam nada, não fazem parte daquilo. Veem tudo a distância em TVs de LCD, Optaram pela via mais fácil de se sentirem vencedores: se apropriando das vitórias de algo que só faz parte de suas vidas quando chega a fatura dos canais pagos. Por isso torcedores de sofá, eu lhes trago um pouquinho do gosto que é estar dentro de uma cancha de verdade.

Vídeo 1: Itália - Milan x Inter de Milão: Os dois times de Milão não têm casa própria e dividem o principal estádio italiano. A peculiaridade está no nome transitório da estrutura. Quando o Milan é mandante, o estádio é chamado de San Siro, distrito em que fica localizado. Em jogos cujo mando de campo pertence a Inter, é denominado Giuseppe Meazza. Por se tratar de um clássico local, o jogo tem regras atípicas para a divisão de ingressos entre as torcidas - que, de forma geral, reserva somente 5% para o visitante. Mas no caso de Inter e Milan, o mandante fica com cerca de 60% das entradas e o restante é disponibilizado à torcida da equipe adversária. Outra curiosidade é que as lojas oficiais dos dois clubes estão lado a lado no local, e abrem inclusive durante os jogos. O clima é de paz e tolerância. Uma pequena lição de desenvolvimento. Uma questão de mentalidade. Vamos com o clássico de Milão.



Vídeo 2: No último domingo a Juventus de Turim sagrou-se campeão, tenho agora 30 títulos (na papel são 28, se não fosse pelo escândalo de arbitragem descoberta em maio de 2006 que marcou as temporadas 2004-2005 e 2005-2006, conhecido como Calcipoli, que culminou com a perda dos títulos dessas temporadas, uma ficou sem dono e a outra foi passada para a Internazionale, além do rebaixamento para a segunda divisão da Juve, se não fosse isso La Vecchia Signora chegaria ao 30º título do Campeonato Italiano no papel, o que lhe daria a terceira Estrela de Ouro. Na Itália, a prática de atribuir uma estrela é feita quando um clube conquista 10 títulos e, atualmente, a Juventus com duas e os clubes de Milão (Inter e Milan) com uma cada, são os únicos times italianos detentores da tal. O que importa é o título e ainda poderá coroar a campanha de forma invicta. Para isso, basta não perder para o Atalanta na última rodada. O vídeo abaixo mostra a comemoração do título e a invasão da torcida em campo em Cagliari.



Vídeo 3: Alemanha Schalke 04 x Borussia Dortmund: Vamos para a Alemanha. É o pior e mais perigoso jogo da Alemanha. Sempre há confusão e empurra-empurra fora do estádio. Há provocações verbais antes do jogo, existe uma regra. Só que lá brigas dá prisão. Uma briga no estádio, agressão, é como se tivesse matado uma pessoa, é cadeia. Dos 80.000 espectadores, 55.000 sentados, e 35.000 EM PÉ ATRÁS DO GOL!




Vídeo 4: A torcida negro-amarelo do Borussia Dortmund faz a festa no estádio e no final ( o que acontece em todos - eu disse TODOS - os jogos os jogadores se abraçam e reverenciam a a muralha amarela, é emocionante. Isso é futebol. Uma das torcidas mais apaixonadas do mundo. O que mais chama atenção no vídeo abaixo é o tamanho da arquibancada dos caras atrás do gol e a quantidade de gente neste espaço (todos de pé!).


Vídeo 5:  Outro campeonato que já tem seu campeão na temporada 2011/12 é o Borussia que sagrou-se bi-campeão. E sua torcida vai a loucura no Signal Iduna Park.



Vídeo 6:  E agora: You'll Never Walk Alone. A própria tradução diz tudo: Você nunca caminhará sozinho.





Vídeo 7: Da Alemanha, voltamos para a Itália Stadio Luigi Ferraris. Em uma cidade onde paixão e exagero fazem parte do cotidiano, a rivalidade logo tomou proporções enormes entre torcedores rossoblù (vermelho e azul), mais concentrados na parte central de Gênova, e os rivais doriani da Sampdoria, dos bairros mais periféricos. A animosidade entre os dois lados foi acentuada ainda mais quando o Stadio Luigi Ferraris viu nascer em suas arquibancadas o primeiro grupo de ultras. Ultras Tito foi o nome adotado em homenagem a Ernesto Cucchiaroni, o Tito, atacante argentino que esteve à frente da Sampdoria no vitorioso período entre 1958 e 1963. A torcida do Genoa reagiu em tempo e há quase 50 anos o clássico local não é disputado apenas no gramado, mas também nas arquibancadas, onde torcedores usam a criatividade para se superarem. Mais um elemento que faz o clássico de Gênova ser considerado o mais bonito da Itália e um dos mais belos do mundo. Um belo vídeo para mostrar o clima de Genoa-Sampdoria. O clássico entre os dois times é comumente conhecido como Derby della Lanterna.


Vídeo 8: Os ultras de Genoa fizeram um funeral para a Sampdoria quando esse caiu para serie B. Foram a campo brincar com o mau momento da Sampdoria que desceu ao segundo escalão italiano. As rivalidades clubísticas têm destas coisas. A Sampdoria vive um dos piores momentos da história do clube com o regresso à II Divisão italiana e os rivais de Génova, adeptos do clube homónimo, não perderam tempo em gozar com o adversário.


Vídeo 9: Voltamos para a Espanha, e para quem acha que vamos falar de Barcelona ou Real Madrid, nem pensem em encontrar por aqui. As torcidas espanholas estão entre as menos vibrantes da Europa.Mas vamos para o Derbi da Andaluzia, e é, provavelmente, o maior clássico local da Espanha. É um confronto disputado pelos times Sevilla FC x Real Betis Balompié, da cidade de Sevilha. Esse é considerado um dos clássicos mais violentos do país. Muitas histórias e tradições do povo da Andaluzia estão refletidas nessa disputa futebolística. Em 25 janeiro o clássico.


Vídeo 10: E para encerraresse post, abro uma excessão para isso: isso é o que fazem com seus jogadores, seus técnicos etc. Foram três anos e meio a frente do time catalão, e dá nisso o final dessa história. Viva Pep. Viva Guardiola!!!!